Como nota introdutória foi apresentado, por quatro jovens, um jogral centrado no discurso de São Paulo no areópago de Atenas. Ambrosio apresentou Paulo, falando da sua origem e da sua formação em duas escolas, daí ele ser um profundo conhecedor da Lei (Torà), de todo o Antigo Testamento. Falou de um acontecimento marcante no caminho de Damasco, em que ele se viu envolvido numa grande luz do Ressuscitado: “Quem és tu Senhor?…Eu sou Jesus a quem tu persegues!”. Por isso ele, na sua carta aos Gálatas (1,15), confessa: “Quando aprouve a Deus – que me escolheu desde o seio de minha mãe e me chamou pela sua graça – revelar o seu Filho em mim, para que O anuncie como Evangelho entre os gentios…”. Ele ao terceiro dia na comunidade de Ananias é baptizado e vive a experiência do Encontro com o Ressuscitado. Dimas Almeida sublinhou que não é fácil falar deste Paulo de Tarso, apesar de se saber muitas coisas dele e que os seus escritos levantam muitas questões, entre as quais uma fundamental: a questão do homem – Quem és tu?…quem sou eu? Referiu-se a Romanos 7. 1ss…15ss… Mas para esta questão fundamental há uma saída que é Jesus Cristo. Por isso Paulo conclui: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim”. A grande questão Paulina é a grande questão de Deus. Em Jesus Cristo a história de Deus torna-se história do homem. É a sua Incarnação. É também o milagre do seu Natal em nós. No tempo de diálogo da sessão, houve oportunidade para pôr algumas perguntas e pedir alguns esclarecimentos. É de salientar a partilha ecuménica que esta Semana Paulina proporciona, vivendo a experiência do diálogo ecuménico. Mais fotos, brevemente na Galeria de Imagens