Estes pensamentos, que devem ser uma constante da nossa vida, criam uma particular acuidade e significância, nos dois últimos passados dias, 1 («Todos os Santos») e 2 de Novembro («Fiéis Defuntos»), respectivamente e em que se conjuga o enaltecimento dos que fizeram da santidade a razão das suas vidas e todos os outros, na lembrança das suas memórias, de modo próprio os que mais queridos nos são e o Senhor a Si já os chamou. Se na primeira efeméride há um hino de louvor ao Pai por nos ter dados estes exemplos de vida santa em consonância com os princípios maiores daquilo para que fomos criados, no «Dia de Fiéis Defuntos» há uma oração de esperança, de fé e de misericórdia, para que a sempre omnipresente caridade divina a todos perdoe e a todos conduza à Sua eterna glória. Neste arrancada do mês de Novembro, um período temporal em que imagisticamente paira um certo cinzentismo não apenas meteorológico, com a nunca desmentida presença do chamada «Verão de São Martinho», mas da própria prospecção pessoal, hemos que tomar a via única e certa, plena e luminosa, comungada com a vontade do Pai e propósito para com Ele assumido de que Deus nos fez para sermos santos na vida do quotidiano e em todos os lugares o­nde a nossa presença, em plena concordância com o Programa Diocesano da Pastoral (2006/12) «para sermos santos» e como tal imagem reflexiva do próprio Jesus Cristo.